Deputado Max Lemos conquista revitalização para Distrito Industrial da Baixada Fluminense

Deputado Max Lemos conquista revitalização para Distrito Industrial da Baixada Fluminense

Começaram as obras de revitalização do Distrito Industrial de Queimados. O polo instalado em uma área de 2,3 milhões de m2, que abriga mais de 30 empresas nacionais e estrangeiras, estava em situação precária, com as ruas sem iluminação e cheias de crateras, dificultando o acesso de caminhões. As obras foram indicadas pelo deputado estadual Max Lemos ao governador Wilson Witzel no ano passado, depois de visitar o espaço e constatar o abandono.

“Estou muito agradecido ao governador, sempre atento aos meus pedidos. As melhorias, sem dúvida, podem implicar na geração de mais dois mil empregos para moradores da cidade além da implantação de novas indústrias”,

disse o deputado.

Segundo o deputado, a parceria do estado com o município é fruto de um convênio entre a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) e a Fundação Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio (DER-RJ). O Distrito Industrial, que emprega cerca de três mil trabalhadores, passará por obras de implantação e restauração de pavimentos, melhorias na rede de drenagem, saneamento, iluminação e sinalização.

Potencial Econômico

Criado em 1976, o Distrito Industrial de Queimados é um dos mais importantes centros econômicos da região, com estrutura para atender demandas nas áreas industrial, comercial e também de logística. O polo representa 60% do PIB do município e tem localização privilegiada entre Rio de Janeiro e São Paulo, próximo ao Arco Metropolitano e também do Porto de Itaguaí.

“Quando fui prefeito de Queimados encontrei um distrito industrial agonizando. Parecia uma cidade fantasma. Apenas sete fábricas funcionando e duas fechando as portas. Conseguimos, entretanto, atrair 34 novas grandes empresas e gerar mais de quatro mil empregos. Esse conjuntode empresas e indústrias representa muito para toda a região da Baixada Fluminense”,

afirmou Max Lemos.