Deputado Max Lemos promove plenária para mais de duas mil pessoas em Nova Iguaçu

Deputado Max Lemos promove plenária para mais de duas mil pessoas em Nova Iguaçu

Max Lemos
Max Lemos

Mais de duas mil pessoas lotaram, na noite da última quinta-feira (5) a quadra do Iguaçu Basquete Clube (IBC), no Bairro Metrópole, em Nova Iguaçu, para participarem da Primeira Plenária Regional do mandato do deputado estadual Max Lemos. Durante o evento, que reuniu lideranças da região, entre elas, representantes de vários bairros, partidos políticos, entidades religiosas, estudantes, professores e comerciantes, o parlamentar, ao prestar contas de seu trabalho, lembrou da trajetória como prefeito de Queimados por duas vezes e afirmou que por lá, atendendo desejo da população, realizou transformações que o município precisava. Já Nova Iguaçu, segundo ele, a cidade “parou no tempo”, carente de ações de desenvolvimento.

O encontro durou cerca de duas horas e no final, Max aceitou o convite de lideranças para coordenar outras plenárias.

“A próxima será dia quatro de outubro e o tema em debate, mobilidade urbana. Vamos discutir e traçar um projeto para a cidade com a participação de toda sociedade civil organizada”,

anunciou.

À frente de várias comissões na Assembleia Legislativa, destacando-se na presidência da CPI da Energia Elétrica que investiga irregularidades na prestação de serviços de concessionárias como a Light e Enel, Max, acompanhado da mulher Ana Paula, disse que tem feito muitas audiências públicas e plenárias como deputado em várias regiões do Estado. Entretanto, afirmou que ainda não tinha participado de um encontro com tantas pessoas. “Confesso que fiquei emocionado em encontrar muita gente aqui. A quadra do IBC está lotada de pessoas esclarecidas, que carregam desejo de mudança e de torcem por uma cidade melhor”, disse o deputado.

“Estávamos passando em frente ao clube, vimos a movimentação e resolvemos entrar. Fiquei surpreso em encontrar um deputado que reuniu pessoas para ouvir propostas”,

disse o estudante Arlison Siqueira de Oliveira, 16, que estava em companhia do colega de turma, Raphael Farias Marinho de Souza, 17.

“No momento em que a política está tão desgastada, ver um deputado que troca o gabinete para ouvir a população é, sem dúvida, surpreendente. Me faz acreditar que o futuro não está perdido”,

salientou Zélia Veronezi, líder comunitária do Bairro Cabuçu há 35 anos.

Projeto de cidade

Empolgado com o convite, Max quer promover novas plenárias para discutir um projeto de cidade para Nova Iguaçu.

“Vamos percorrer todo o município e ouvir a população, promovendo reuniões de trabalho. É necessária a participação de representações como a OAB, conselhos regionais de contabilidade, engenharia, arquitetura, associações de moradores, de lojistas, comerciais e industriais como a Acini (Associação Comercial e Industrial de Nova Iguaçu), Sincovani (Sindicato do Comércio Varejista de Nova Iguaçu), lideranças religiosas, entre outros”,

destacou o deputado. Sobre os temas dos encontros, o parlamentar assegurou que serão pertinentes às necessidade de cada bairros. Na pauta estarão assuntos como: mobilidade urbana, saúde, educação, saneamento básico, pavimentação, cultura, turismo, meio ambiente, lazer, desenvolvimento econômico, segurança pública, transporte alternativo e habitação.

“Quando assumi a prefeitura de Queimados encontrei 859 ruas sem pavimentação. Asfaltei 500. Planejamos uma cidade que a população precisava e conseguimos fazer 96% do que idealizamos. A cidade cresceu muito, atraiu novos investidores. Por que em Nova Iguaçu não pode ser assim? Por que uma unidade de saúde como o Hospital Iguassu tem que permanecer fechado? Por que a periferia tem que viver sem saneamento básico? Por que o trânsito é um caos? por que mais de 200 mil pessoas ainda não têm água canalizada e regularizada? Por que há mais de 15 anos nenhuma empresa se estabelece na cidade? Por que o Hospital da Posse não funciona bem? Além de todos os recursos que recebe dos governados estadual e federal, acabou de receber mais cinco milhões de reais do estado. O que é feito com esses recursos? Essas perguntas merecem ter respostas. Afinal, a quem interessa todo esse descaso? Vamos juntos com a sociedade civil organizada discutir, debater, propor soluções e cobrar, independente de qualquer candidatura”,

assegura Max.